litografias de homero lima

Cabeças – litografias de Homero Lima

abertura dia 20 de julho |sábado | das 19h às 22h
visitação até o dia 10 de agosto de 2013 |aos sábados das 15h às 19h
demais dias visitas agendadas (51) 9196-4860
jabutipê | rua fernando machado, 195
centro histórico de porto alegre

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“Instruthuras” de Bebeto Alves

Abre no sábado, dia 9 de março, às 19h a exposição “Instruthuras” de Bebeto Alves.
Visitação até o dia 6 de abril, aos sábados das 15h às 19h, demais dias visitas agendadas pelo telefone 9196-4860
f cinco

INSTRUTURAS

São camadas de imagens que se desmoronam, em uma narrativa que busca uma integridade física, moral e espiritual do sujeito.
Baseado nas HQs, levei um ano meio nessa tentativa de (des)composição reflexiva e filosófica, sobre o que eu chamo de “unidade humana”.
As “Instruturas “ se retorcem na composição fotográfica de um olho fragmentado, criando formas, impressões digitais, que me traduzem.

B. Alves.

três anos do espaço expositivo

 

matéria do programa estação cultura da tve sobre a exposição jardim botânico – aquarelas de laura castilhos que comemorou os três anos do espaço expositivo do jabutipê e encerrou as atividades de 2012. com laura castilhos, teresa poester e antônio augusto bueno

 

o paraíso fica bem perto do inferno

Artista Leandro Machado
Vistação até 4 de agosto de 2012


vídeo de marcelo monteiro

outono ou nada

No dia 23 de junho de 2012 Antônio Augusto Bueno realizou a intervenção “Outono ou nada” em frente ao Jabutipê com folhas secas de plátano recolhidas no caminho para Morro Reuter/RS.

aquarelas ao vento

Artista

Gaby Benedyct

Data

abertura 28 de abril de 2012 às 20h
 

Por que aquarelas?
Por que ao vento?
Aquarelas porque acalmam.
Ao vento porque são de Gaby.

Inquieta, criativa, brilhante sempre
Artista de muitos lugares:
Da cena underground portoalegrense
Do Instituto de Artes
Do Mix Bazzar
Da Cidade Baixa
Da Bienal B
Do MAC
Do Artemosfera
Da VIDA
Amiga em todas as ocasiões.

Acompanho o exercício silencioso
destas pinturas,
onde a cor mergulha na água,
para depois
com o frescor de uma brisa
ou a violência de um tornado,
manchar o papel
evocando milênios de história
que são contadas por meio desta
tradicional técnica artística

Gaby absorve
como a folha de papel
o deleite de uma
civilização oriental: a China,
nação que apenas agora
começa a sair de si mesma,
embora suas invenções
já tenham conquistado o mundo.
Assim, a artista compartilha como viajante
uma pintura não de algo que sabe,
mas de algo que descobre.

Eis o convite que a exposição
Aquarelas ao Vento nos traz:
Descobrir o nosso oriente!

André Venzon